O que os jornais estrangeiros disseram sobre o 1º turno

Crédito, Clarin
Clarín, Argentina
O jornal argentino Clarín falou em "uma virada surpreendente e dramática".
O Clarín deu destaque à abstenção, de cerca de 21%, e a interpretou como um voto de castigo dos eleitores de baixa renda, tradicionalmente fiéis a Lula, sufocados por dívidas. Segundo o jornal, oito em cada dez famílias recorrem a empréstimos para cobrir necessidades básicas.
Le Monde, França
O francês Le Monde observou que, assim como em 2018, as pesquisas subestimaram a força da direita.
O jornal também destacou duas vitórias emblemáticas nos Estados. Tarcísio de Freitas foi reeleito em São Paulo com mais de 60% dos votos, em uma derrota dura para Fernando Haddad, e Sergio Moro, o juiz que condenou Lula em primeira instância, foi eleito governador do Paraná.
Financial Times, Reino Unido
Para o britânico Financial Times, Flávio larga em vantagem para o segundo turno, já que a maioria dos outros candidatos do primeiro turno vem de partidos de direita.
O Financial Times destacou a reação esperada dos investidores. Segundo William Jackson, economista-chefe para mercados emergentes da Capital Economics, o resultado deve ser bem recebido diante da perspectiva de uma política fiscal mais rígida sob Bolsonaro. Ele considera plausível uma forte alta do real e da bolsa nos próximos dias.
