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Como a inteligência artificial inaugura capítulo na história das guerras
A atual ofensiva dos Estados Unidos contra o Irã atingiu, só no primeiro dia, um total de 1.000 alvos. E todos esses 1.000 pontos foram fornecidos por um sistema de IA, não por analistas militares.
As forças militares americanas têm como uma de suas principais armas nesta guerra o Maven Smart System, uma plataforma de inteligência artificial que reúne dados colhidos pelos serviços de inteligência e envia sugestões de onde atacar e quais armamentos são os mais adequados para a ação.
Mas o objetivo é que, em breve, mil alvos sejam atingidos em uma hora e não em um dia. O que acontece quando o ritmo de uma guerra acelera tanto? E quais são as consequências quando não há nenhuma garantia de que as máquinas vão operar sem errar ou... alucinar?
O repórter da BBC News Brasil Shin Suzuki explica o que está em jogo na era das guerras com IA.